segunda-feira, 2 de maio de 2011

e-lixo Maps São Paulo

Um projeto da Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo e do Instituto Sérgio Motta permite aos residentes  do estado de SP localizar os postos de coleta e reciclagem de e-lixo mais próximos de sua residência. A página virtual também disponibiliza material sobre o e-lixo e seus parigos, trabalhando assim a parte da concientização e proposta de solução simultâneamente.

Segue o site: http://www.e-lixo.org/

quarta-feira, 20 de abril de 2011

POSTE DE ILUMINAÇÃO PÚBLICA 100% ALIMENTADO POR ENERGIA EÓLICA E SOLAR

Um empresário cearense desenvolveu o primeiro poste de iluminação pública alimentado 100% por energia eólica e solar.

O que mais me chamou a atenção foi a criatividade como podemos ver nesta imagem:

Nada foi por acaso no design, a aerodinâmica de um avião facilita a captura de raios solares e de vento, sendo assim temos duas fontes de energia simultâneamente.

SOLAR: As asas do avião abrigam células solares que captam raios ultravioletas e infravermelhos por meio do silício (elemento químico que é o principal componente do vidro, cimento, cerâmica, da maioria dos componentes semicondutores e dos silicones), transformando-os em energia elétrica (até 400 watts), que é armazenada em uma bateria afixada alguns metros abaixo.

EÓLICA: A energia (até 1.000 watts) é gerada a partir do giro das pás e das hélices do avião.

O invento foi chamado de Produtor Independente de Energia (PIE), e possui modelos de 12 e 18 metros de altura (feitos em aço).   O professor Pardal cearense é o engenheiro mecânico Fernandes Ximenes, proprietário da Gram-Eollic, empresa que lançou no mercado o primeiro poste de iluminação pública 100% alimentado por energias eólica e solar.






Arquivo completo da matéria disponível em: http://migre.me/4i8d5



Vida longa e próspera!

terça-feira, 29 de março de 2011

Brasileiros criam superplástico com abacaxi e banana

Mecânica

Brasileiros criam superplástico com abacaxi e banana

Redação do Site Inovação Tecnológica - 28/03/2011

Os bioplásticos feitos com nanocelulose extraída do abacaxi são 30 vezes mais leves e de 3 a 4 vezes mais fortes do que os plásticos usados nos carros hoje.[Imagem: Mikael Ankerfors]

Cientistas brasileiros querem que os chamados "carros verdes" - carros ambientalmente corretos, ou menos ambientalmente danosos do que os atuais - tenham o verde guardado fundo em suas fibras mais íntimas.
Alcides Leão e seus colegas da USP desenvolveram uma técnica para usar fibras de abacaxi, banana e outras plantas em uma nova geração de plásticos automotivos.
Superplásticos de plantas
Os plásticos compósitos à base de plantas são mais fortes e mais leves do que os atuais - e mais ambientalmente corretos, por dispensarem uma parte do material à base de petróleo.
Segundo Leão, as fibras retiradas do abacaxi e da banana parecem ser frágeis, mas, quando testadas na forma de fibras de nanocelulose, elas são extremamente fortes - quase tanto quanto o famoso Kevlar, usado na fabricação de roupas à prova de bala.
Com a vantagem de que, ao contrário do Kevlar e de outros plásticos tradicionais, que são feitos de matérias-primas oriundas do petróleo e do gás natural, as fibras de nanocelulose são completamente renováveis.
"As propriedades desses plásticos são incríveis," disse Leão. "Eles são leves, mas muito fortes - 30 vezes mais leves e de 3 a 4 vezes mais fortes. Nós acreditamos que uma grande variedade de peças de automóveis, incluindo painéis, pára-choques e painéis laterais, será feita de nanofibras de frutas no futuro."
E em um futuro próximo: segundo Leão, os superplásticos à base de nanocelulose poderão estar no mercado dentro de dois anos.
Além do aumento na segurança, os bioplásticos permitirão a redução do peso do veículo, com um ganho direto na economia de combustível.
O pesquisador brasileiro cita ainda outras vantagens. Segundo ele, os plásticos com as nanofibras de frutas incorporadas têm maior resistência a danos causados pelo calor e por derramamento de líquidos, como a gasolina.
Nanocelulose
A celulose é o material básico que forma a madeira e outras partes das plantas.
Suas fibras, em suas dimensões naturais, têm sido usadas na fabricação de papel há séculos.
Mais recentemente, os cientistas descobriram que o processamento intensivo da celulose libera fibras extremamente pequenas, a chamada nanocelulose - fibras com comprimentos na faixa dos nanômetros, ou bilionésimos de metro.
Estas nanofibras são tão pequenas que seria necessário colocar 50.000 delas enfileiradas para cobrir o diâmetro de um fio de cabelo humano.
Assim como as fibras de vidro e fibras de carbono, as fibras de nanocelulose podem ser adicionadas às matérias-primas usadas na fabricação do plástico, gerando plásticos reforçados que são mais fortes e mais duráveis.
Nanofibras
Leão afirma que as folhas e caules de abacaxi são mais promissores como fonte de nanocelulose do que a madeira comum.
Outras fontes adequadas de nanocelulose estudadas pelo grupo são o curauá (Ananás Erectifolius)), um parente do abacaxi, a banana, a casca de coco e o sisal.
Para preparar as nanofibras, os cientistas colocaram as folhas e caules de abacaxi ou das demais plantas em um equipamento parecido com uma panela de pressão.
O "molho" é formado por um conjunto de compostos químicos, e o cozimento é feito em vários ciclos, até produzir um material fino, parecido com o talco.
O processo é caro, mas é necessário apenas um quilograma de nanocelulose para produzir 100 quilogramas de plásticos leves e super-reforçados.
"Por enquanto nós estamos focando na substituição dos plásticos automotivos," disse Leão. "Mas no futuro poderemos substituir peças automotivas hoje feitas de aço ou alumínio usando esses materiais à base de nanocelulose de plantas."

quinta-feira, 17 de março de 2011

Descarte de Eletroeletrônicos em Sorocaba

Recebi uma sugestão de post de um aluno de Eng. Elétrica e achei bastente interessante. Ele enviou um link com 2 vídeos sobre descarte de materiais eletroeletrônicos, onde é exibida uma reportagem sobre um projeto da prefeitura em parceria com cooperativas de Sorocaba, que recolhe todo o material eletroeletrônico descartado no município e capacita profissionais para realizarem a separação destes materiais que são vendidos posteriormente a empresas de reciclagem ou encaminhados a aterros especiais. Medidas como esta evitam a contaminação do solo e possivelmente do lençol freático, além de gerar empregos entre outros diversos benefícios.

Vídeos disponíveis em: http://temmais.com/superbem/interna_detalhe.aspx?editoria_id=4085&menu_id=5

Grata pela sugestão,

Vida longa e próspera!
 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Carro de fibra de carbono é fabricado em menos de um minuto

Carro de fibra de carbono é fabricado em menos de um minuto

Redação do Site Inovação Tecnológica - 15/03/2011


A carroceria de fibra de carbono construída em menos de 60 segundos pesa apenas 47 quilogramas, um quinto do peso da mesma carroceria construída de metal.[Imagem: Teijin]
 

A empresa japonesa Teijin apresentou a primeira tecnologia capaz de viabilizar a produção em massa de carros cuja carroceria seja feita inteiramente de fibra de carbono.
Para demonstrar o potencial do novo processo produtivo, a empresa produziu protótipos de carrocerias de automóvel em menos de um minuto.

Carros de fibra de carbono
Há anos os engenheiros vêm tentando usar o chamado CFRP (Carbon Fiber Reinforced Plastic, ou plástico reforçado com fibras de carbono) para reduzir o peso e aumentar a segurança dos carros.
As fibras de carbono já são usadas na fabricação de carros de competição, mas o processo de moldagem do material é muito demorado, inviabilizando seu uso para a produção de veículos em massa.
A nova tecnologia desenvolvida pela Teijin resolve este problema, abrindo a possibilidade de fabricação de inúmeros outros produtos, além dos monoblocos dos carros de passeio, cabines de caminhões ou cascos de barcos.

Materiais intermediários
Para fabricar a carroceria de um carro em menos de um minuto, a empresa usou materiais intermediários feitos de resina termoplástica, em lugar da resina termocurada convencionalmente usada na moldagem.
Esses materiais intermediários dão flexibilidade ao processo e permitem o uso seletivo das fibras de carbono, dependendo da resistência exigida da peça e das restrições de custo.
O primeiro material intermediário oferece alta resistência unidirecional - os engenheiros podem escolher em que direção a peça deve ser mais forte.
O segundo é o chamado material isotrópico, que oferece um equilíbrio entre flexibilidade no desenho da peça e resistência multidirecional.
O terceiro é o chamado pellet, pequenas esferas feitas de fibras de carbono, adequadas para a construção de peças de formato muito complexo ou para uso em moldagem por injeção.

Soldagem fibra-metal
Para construir o monobloco de carro em menos de um minuto, a empresa usou seletivamente os três materiais intermediários, tirando proveito das vantagens de cada um para cada parte da carroceria.
O monobloco fabricado é o corpo de um carro-conceito elétrico. A carroceria de fibra de carbono pesa apenas 47 quilogramas, um quinto do peso da mesma carroceria construída de metal.
O processo também inclui uma forma de soldagem entre as peças termoplásticas entre si e com outros materiais, como o aço. Essa junção direta é mais um facilitador para a redução da quantidade de metais usados na fabricação dos carros.
Em 2010, engenheiros alemães desenvolveram uma outra tecnologia com igual potencial para baratear a produção de peças de fibras de carbono - veja Técnica com laser torna fibras de carbono melhores e mais baratas.


quinta-feira, 10 de março de 2011

Eco caixões

Finalmente o post sobre os caixões ecológicos!

Em uma noite fria de Novembro de 2010 a classe apresentou alguns seminários cujo tema originou a idéia de criar o blog 'Novas Tecnologias', e começou o brainstorm, na medida do possível podemos postar um resumo de cada tema abordado, começarei pelos ECO Caixões, afinal, se nós ambientalistas falamos tanto sobre 'gerações futuras' por que não quebrar paradigmas e aderir a ideia de se descartar adequadamente, não é mesmo?

Extraído de: http://www.sitedecuriosidades.com/ver/caixao_biodegradavel.html
A idéia veio da Espanha, uma empresa chamada Econatur lançou o primeiro modelo de caixão ecológico, feito com gelatina e areia, apresentando uma proposta de descanso biodegradável.


Então os norte americanos abraçaram a causa e além de caixões ecológicos lançaram o serviço de ECOfuneral completo com direito a cemitério natural e serviço funerário sustentável, os caixões por sua vez são feitos de vime ou papel reciclável e apresentam uma enorme diversidade de produtos.
Caixão de vime


"Ecopod"- Papel Reciclável e Urna para deposito das cinzas Extraído de: http://natural-burial.typepad.com/coffins_and_urns/    


 Mas só depois veio a parte mais interessante, uma empresa no Brasil nesse ramo de 'mortes verdes', eis a ECOIME com caixões feitos de 100% de papelão RL1 derivado de materiais recicláveis, com alças oxidobiodegradáveis e materiais a base de água para pintar e envernizar. A proposta da empresa é simples, UMA ARVORE 2 CAIXÕES, UMA ARVORE 100 ECO CAIXÕES, baixo custo, baixo peso, resistência e dinamismo, bem como provocar o mínimo de impacto ambiental, evitando a contaminação do solo e do lençol freático!

Extraído de: http://www.ecoime.com.br/index.php

Vida longa e próspera!

Limpar Roupas sem Utilizar Água!

Olá,
Li na EXAME que um designer sueco criou uma espécie de armário que limpa as roupas sem utilizar água removendo as impurezas e moléculas de odor através de uma técnica chamada "tecnologia molecular", inovações à parte, fiquei bastante curiosa para saber para onde vão as impurezas e como elas se desprendem do tecido, além de que a matéria não foi muito específica a respeito dos tipos de "sujeira" que são ou não possíveis de serem removidos por meio desta tecnologia... caso alguém tenha maiores informações dividam por favor.

Link da matéria: http://migre.me/416bJ

Vida longa e próspera !